Pintor de telas e presépios, flautista e ator amador no Theatro Santa Izabel, morava em um sobradinho na rua do Bomfim. Era um defensor fervoroso das tradições diamantinenses e sofria com a demolição de prédios históricos em nome do “progresso”. Faleceu em Diamantina antes da publicação da obra (1931).”…Laport era um bairrista excessivo, de tal modo que não compreendia a vida fóra de Diamantina, a que chamava ‘pedaço do céo’.”
Referências: FERNANDES, Augusto. Typos populares de Diamantina. Rio de Janeiro: Typ. São Benedicto, 1931, p. 117-120. Link: https://historiasemredes.com.br/referencia/fernandes-augusto-tipos-populares-de-diamantina-1931/



